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Mostrando postagens de Janeiro, 2017

É assim que o amor morre

Por Diana Cantor Martinez
Amanda acaba de chegar do trabalho e com pressa, corre de um quarto ao outro procurando seu vestido e seus sapatos para o coquetel anual de fim de ano na empresa em que trabalha. Com a ilusão de que este ano Francisco irá acompanhá-la, ela termina de se arrumar, mas os minutos passam, já é hora de ir e Francisco ainda não chegou. Ela decide sair, pois não quer chegar atrasada. Já na reunião, ela recebe uma mensagem de Francisco: “Acabei de chegar em casa e estou exausto, aproveite a sua noite.” Esta é uma história que entre eles já se repetiu uma ou outra vez. Praticamente nunca saem juntos. Tudo começou anos atrás, quando Amanda começou a sair sozinha porque Francisco não gostava muito de encontros sociais. No entanto, nas reuniões de família também é óbvia a distância e afastamento entre os dois. Em um dia normal Amanda geralmente chega primeiro em casa, ela nunca espera Francisco para jantar e quase nunca espera acordada. Na noite do coquete…